TEMA
Estudo da unidade e variedades lingüísticas da Língua Portuguesa e seus reflexos dentro e fora de sala de aula
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APRESENTAÇÃO
Falar de identidades lingüísticas e culturais num país como o nosso não é tarefa fácil. É indiscutível afirmar, no entanto, que a nossa língua é, certamente, um dos pilares em que assenta a nossa identidade como povo.
Todavia, mesmo para um não-especialista, é evidente a variação que a língua revela ao ser adotada pelos diferentes estratos sociais, regionais, etários ou profissionais. Todos nós, enquanto falantes, somos sensíveis à variação que realizamos, por exemplo, ao mudar de interlocutor, de assunto, ou de situação de comunicação.
Numa época em que a escola deixou de ser exclusiva de uma elite minoritária e em que o ensino se democratizou, fácil é perceber a grande diversidade de registros e de variedades lingüísticas que os alunos trazem para a sala de aula. Como resultado, a escola tornou-se local permanente do preconceito lingüístico.
Da mesma forma que alguns preconceitos (de raça, de gênero, de sexo) passam desapercebidos pela extrema regularidade com que são praticados, o preconceito lingüístico também resiste ao combate. Deve-se reconhecer, entretanto, a efetividade dos movimentos negro, feminista e de homossexuais no combate ao preconceito. Mas a verdade é que poucas pessoas percebem que estão sendo perigosamente preconceituosas quando reafirmam que a língua falada aqui ou acolá é errada ou que o brasileiro não sabe português, por exemplo.
Sendo assim, é preciso fazer com que os educandos respeitem as diferentes variedades lingüísticas do Português, aspecto bastante peculiar da nossa língua, e cuja presença faz-se evidente em todo o território nacional.
Falar de identidades lingüísticas e culturais num país como o nosso não é tarefa fácil. É indiscutível afirmar, no entanto, que a nossa língua é, certamente, um dos pilares em que assenta a nossa identidade como povo.
Todavia, mesmo para um não-especialista, é evidente a variação que a língua revela ao ser adotada pelos diferentes estratos sociais, regionais, etários ou profissionais. Todos nós, enquanto falantes, somos sensíveis à variação que realizamos, por exemplo, ao mudar de interlocutor, de assunto, ou de situação de comunicação.
Numa época em que a escola deixou de ser exclusiva de uma elite minoritária e em que o ensino se democratizou, fácil é perceber a grande diversidade de registros e de variedades lingüísticas que os alunos trazem para a sala de aula. Como resultado, a escola tornou-se local permanente do preconceito lingüístico.
Da mesma forma que alguns preconceitos (de raça, de gênero, de sexo) passam desapercebidos pela extrema regularidade com que são praticados, o preconceito lingüístico também resiste ao combate. Deve-se reconhecer, entretanto, a efetividade dos movimentos negro, feminista e de homossexuais no combate ao preconceito. Mas a verdade é que poucas pessoas percebem que estão sendo perigosamente preconceituosas quando reafirmam que a língua falada aqui ou acolá é errada ou que o brasileiro não sabe português, por exemplo.
Sendo assim, é preciso fazer com que os educandos respeitem as diferentes variedades lingüísticas do Português, aspecto bastante peculiar da nossa língua, e cuja presença faz-se evidente em todo o território nacional.
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JUSTIFICATIVA
Existe hoje dentro da escola um grande preconceito lingüístico por parte de alunos e professores para com aqueles que utilizam outras variedades lingüísticas que não a padrão. Esse preconceito leva à discriminação, gerando problemas de interação entre os alunos e entre alunos e professores, fazendo com que a sala de aula venha a tornar-se local de exclusão social.
Existe hoje dentro da escola um grande preconceito lingüístico por parte de alunos e professores para com aqueles que utilizam outras variedades lingüísticas que não a padrão. Esse preconceito leva à discriminação, gerando problemas de interação entre os alunos e entre alunos e professores, fazendo com que a sala de aula venha a tornar-se local de exclusão social.
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OBJETIVOS
Objetivo Geral
Acabar com o mito da unidade lingüística.
Objetivos Específicos
- Conceituar e caracterizar as variedades lingüísticas;
- Discutir seus reflexos na sociedade brasileira;
- Conscientizar os educandos a respeito da existência do preconceito lingüístico dentro e fora da sala de aula;Despertar no educando a consciência crítica a respeito da necessidade de combater o preconceito lingüítico.
Objetivo Geral
Acabar com o mito da unidade lingüística.
Objetivos Específicos
- Conceituar e caracterizar as variedades lingüísticas;
- Discutir seus reflexos na sociedade brasileira;
- Conscientizar os educandos a respeito da existência do preconceito lingüístico dentro e fora da sala de aula;Despertar no educando a consciência crítica a respeito da necessidade de combater o preconceito lingüítico.
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METODOLOGIA
A metodologia a ser aplicada, bem como os recursos necessários para a realização do projeto e a elaboração do cronograma a ser concluído, diferenciam-se conforme o estabelecimento de ensino onde o projeto será implementado. Desta forma, trataremos aqui tais vertentes sempre partindo de duas perspectivas: escolas públicas e escolas particulares.
Escolas Públicas
Numa primeira etapa, os professores de História e Geografia da própria instituição serão convidados para trabalhar as variedades lingüísticas regionais, com o auxílio de textos cuja linguagem seja referente a uma região específica. Esses professores irão explicar o processo de formação de cada região, ou seja, suas histórias e suas respectivas influências.
O professor de Língua Portuguesa, responsável pela aplicação do projeto, trabalhará com gêneros variados, como música, poesia, charge, história em quadrinhos e também com filmes em que fique claro para os alunos o porque da fala de cada região. A partir de tais gêneros, o professor levantará algumas questões a respeito das variedades lingüísticas, para gerar debates entre os alunos.
Nessa etapa do projeto, além dos alunos, serão convidados os profissionais da escola, juntamente com a comunidade, uma vez que o preconceito lingüístico é um problema que compromete seriamente o rendimento escolar, podendo até mesmo causar trauma nos alunos que se sentirem excluídos, levando à reprovação e à evasão escolar. O profissional de Psicologia é indispensável nesse momento, pois será ele a expor as conseqüências emocionais causadas pelo preconceito, enfatizando como esse problema pode comprometer a auto-estima do aluno.
Posteriormente, os alunos realizarão uma pesquisa de campo elaborada em conjunto pelo psicólogo e pelo professor de Língua Portuguesa responsável pelo projeto. Nesse questionário serão levantadas perguntas a respeito do preconceito lingüístico e suas conseqüências. Após a realização da pesquisa, a mesma será debatida em sala de aula, sendo, ao término do debate, solicitada aos alunos a elaboração de um texto sobre tudo o que foi discutido a respeito de preconceito lingüístico ao longo de todo o semestre.
Ao final, como encerramento do projeto, os alunos serão convidados a participar de um concurso de rap, cuja letra retratasse a questão do preconceito lingüístico.
Escolas Particulares
Num primeiro momento, o professor de língua Portuguesa leva para a sala de aula textos de livros, recortes de jornais e revistas, documentários, clips musicais, filmes (ou partes de filmes), enfim uma infinidade de gêneros que lhe permita trabalhar com os alunos, no intuito de que haja debates em sala de aula a respeito de variedades e preconceito lingüísticos. Ao final dessas aulas, os alunos deverão redigir uma ata, que deverá ser entregue na aula seguinte, descrevendo tudo o que foi abordado em classe. O objetivo de se produzir a ata é levar o aluno a fixar, refletir e organizar seus pensamentos em relação ao objeto de estudo.
Assim como o professor, o aluno, num segundo momento, poderá trazer para a sala de aula, textos, recortes de jornais e revistas, reportagens, ou qualquer outro material selecionado por eles próprios, que aborde as variedades e o preconceito lingüísticos.
Após esta etapa, uma série de palestras será realizada, preferencialmente no auditório da escola, pois seria de fundamental importância que toda a comunidade escolar e familiares de alunos se engajassem no projeto. Após as palestras, os alunos terão de produzir um relatório ou um resumo a respeito dos temas abordados pelos palestrantes, para ser entregue na semana seguinte. Para melhor entendimento, segue abaixo um organograma das palestras a serem dadas.
A metodologia a ser aplicada, bem como os recursos necessários para a realização do projeto e a elaboração do cronograma a ser concluído, diferenciam-se conforme o estabelecimento de ensino onde o projeto será implementado. Desta forma, trataremos aqui tais vertentes sempre partindo de duas perspectivas: escolas públicas e escolas particulares.
Escolas Públicas
Numa primeira etapa, os professores de História e Geografia da própria instituição serão convidados para trabalhar as variedades lingüísticas regionais, com o auxílio de textos cuja linguagem seja referente a uma região específica. Esses professores irão explicar o processo de formação de cada região, ou seja, suas histórias e suas respectivas influências.
O professor de Língua Portuguesa, responsável pela aplicação do projeto, trabalhará com gêneros variados, como música, poesia, charge, história em quadrinhos e também com filmes em que fique claro para os alunos o porque da fala de cada região. A partir de tais gêneros, o professor levantará algumas questões a respeito das variedades lingüísticas, para gerar debates entre os alunos.
Nessa etapa do projeto, além dos alunos, serão convidados os profissionais da escola, juntamente com a comunidade, uma vez que o preconceito lingüístico é um problema que compromete seriamente o rendimento escolar, podendo até mesmo causar trauma nos alunos que se sentirem excluídos, levando à reprovação e à evasão escolar. O profissional de Psicologia é indispensável nesse momento, pois será ele a expor as conseqüências emocionais causadas pelo preconceito, enfatizando como esse problema pode comprometer a auto-estima do aluno.
Posteriormente, os alunos realizarão uma pesquisa de campo elaborada em conjunto pelo psicólogo e pelo professor de Língua Portuguesa responsável pelo projeto. Nesse questionário serão levantadas perguntas a respeito do preconceito lingüístico e suas conseqüências. Após a realização da pesquisa, a mesma será debatida em sala de aula, sendo, ao término do debate, solicitada aos alunos a elaboração de um texto sobre tudo o que foi discutido a respeito de preconceito lingüístico ao longo de todo o semestre.
Ao final, como encerramento do projeto, os alunos serão convidados a participar de um concurso de rap, cuja letra retratasse a questão do preconceito lingüístico.
Escolas Particulares
Num primeiro momento, o professor de língua Portuguesa leva para a sala de aula textos de livros, recortes de jornais e revistas, documentários, clips musicais, filmes (ou partes de filmes), enfim uma infinidade de gêneros que lhe permita trabalhar com os alunos, no intuito de que haja debates em sala de aula a respeito de variedades e preconceito lingüísticos. Ao final dessas aulas, os alunos deverão redigir uma ata, que deverá ser entregue na aula seguinte, descrevendo tudo o que foi abordado em classe. O objetivo de se produzir a ata é levar o aluno a fixar, refletir e organizar seus pensamentos em relação ao objeto de estudo.
Assim como o professor, o aluno, num segundo momento, poderá trazer para a sala de aula, textos, recortes de jornais e revistas, reportagens, ou qualquer outro material selecionado por eles próprios, que aborde as variedades e o preconceito lingüísticos.
Após esta etapa, uma série de palestras será realizada, preferencialmente no auditório da escola, pois seria de fundamental importância que toda a comunidade escolar e familiares de alunos se engajassem no projeto. Após as palestras, os alunos terão de produzir um relatório ou um resumo a respeito dos temas abordados pelos palestrantes, para ser entregue na semana seguinte. Para melhor entendimento, segue abaixo um organograma das palestras a serem dadas.
PALESTRAS - TEMAS - PALESTRANTES
1ª palestra
Homem: um ser cultural, social e comunicativo
Antropólogo
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1ª palestra
Homem: um ser cultural, social e comunicativo
Antropólogo
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2ª palestra
Brasil: um país de contrastes
Geógrafo humano
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Brasil: um país de contrastes
Geógrafo humano
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3ª palestra
Brasil: um país multilingüístico
Sociólogo
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Brasil: um país multilingüístico
Sociólogo
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4ª palestra
Preconceito lingüístico: desrespeito, violência e agressão
Psicólogo
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Numa fase posterior à realização das palestras, os alunos irão produzir um texto. No intuito de estimulá-los, o professor de Língua Português poderá sugerir diversos gêneros de texto, tais como poesia, conto, narrativa, descrição, quadrinhos, convite oficial, carta formal ou informal, propaganda, e tantos outros. Caberá ao aluno usar a criatividade para realizar um texto que seja interessante ou bem humorado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o aluno domine termos lingüísticos aplicando-os para diversos fins e também tome conhecimento das várias estruturas de texto existentes. Poderá ser sugerido aos alunos a elaboração de textos que reflitam o falar de certa região, mas com cuidado de esclarecer que tais textos devem valorizar o falar e não torná-lo motivo de chacotas, tendo visto que o objetivo principal do projeto é combater o preconceito lingüístico. Para dar direcionamento aos alunos, os textos serão elaborados após cada palestra e um último após o júri simulado a ser produzido inteiramente pelos alunos. Os temas serão selecionados com antecedência pelo professor de Língua Portuguesa como demonstrado na tabela a seguir.
PALESTRAS - ABORDAGEM - TEMA DO TEXTO A SER PRODUZIDO
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Preconceito lingüístico: desrespeito, violência e agressão
Psicólogo
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Numa fase posterior à realização das palestras, os alunos irão produzir um texto. No intuito de estimulá-los, o professor de Língua Português poderá sugerir diversos gêneros de texto, tais como poesia, conto, narrativa, descrição, quadrinhos, convite oficial, carta formal ou informal, propaganda, e tantos outros. Caberá ao aluno usar a criatividade para realizar um texto que seja interessante ou bem humorado. O objetivo desse trabalho é fazer com que o aluno domine termos lingüísticos aplicando-os para diversos fins e também tome conhecimento das várias estruturas de texto existentes. Poderá ser sugerido aos alunos a elaboração de textos que reflitam o falar de certa região, mas com cuidado de esclarecer que tais textos devem valorizar o falar e não torná-lo motivo de chacotas, tendo visto que o objetivo principal do projeto é combater o preconceito lingüístico. Para dar direcionamento aos alunos, os textos serão elaborados após cada palestra e um último após o júri simulado a ser produzido inteiramente pelos alunos. Os temas serão selecionados com antecedência pelo professor de Língua Portuguesa como demonstrado na tabela a seguir.
PALESTRAS - ABORDAGEM - TEMA DO TEXTO A SER PRODUZIDO
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1ª palestra
Linguagem
Aspectos histórico-culturais de diversas culturas
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Linguagem
Aspectos histórico-culturais de diversas culturas
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2ª palestra
Língua
Aspectos geográficos e lingüísticos
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Língua
Aspectos geográficos e lingüísticos
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3ª palestra
Fala
Aspectos sócio-econômicos, políticos e situacionais
*
Fala
Aspectos sócio-econômicos, políticos e situacionais
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4ª palestra
Fala
Preconceito lingüístico
Júri
Fala
Preconceito lingüístico: juízo de valor
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É sempre necessário enfatizar aos alunos que os textos devem ser produzidos de maneira que estejam relacionados às questões de variações e preconceito lingüísticos, pois muitas vezes, ao mencionar que aspectos econômicos e políticos, por exemplo, devem ser discutidos, os adolescentes (público-alvo do projeto) tendem a desviar a questão para um enfoque ideológico.
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Fala
Preconceito lingüístico
Júri
Fala
Preconceito lingüístico: juízo de valor
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É sempre necessário enfatizar aos alunos que os textos devem ser produzidos de maneira que estejam relacionados às questões de variações e preconceito lingüísticos, pois muitas vezes, ao mencionar que aspectos econômicos e políticos, por exemplo, devem ser discutidos, os adolescentes (público-alvo do projeto) tendem a desviar a questão para um enfoque ideológico.
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RECURSOS
Recursos Humanos
Nas escolas públicas, os recursos humanos que serão empregados ficam restritos aos professores de Língua Portuguesa, História, Geografia e Psicologia. Outros profissionais como o professor de Sociologia, pedagogos e orientadores educacionais também podem fazer parte do projeto.
Em escolas particulares, além do professor de Língua Portuguesa e outros professores que, por ventura, queiram participar do projeto, o mesmo contará com a presença dos profissionais palestrantes.
Recursos Materiais e Financeiros
Recursos Humanos
Nas escolas públicas, os recursos humanos que serão empregados ficam restritos aos professores de Língua Portuguesa, História, Geografia e Psicologia. Outros profissionais como o professor de Sociologia, pedagogos e orientadores educacionais também podem fazer parte do projeto.
Em escolas particulares, além do professor de Língua Portuguesa e outros professores que, por ventura, queiram participar do projeto, o mesmo contará com a presença dos profissionais palestrantes.
Recursos Materiais e Financeiros
Tanto nas escolas particulares como nas públicas, haverá a necessidade de fotocópia ao se trabalhar com os textos e locação dos filmes previstos no programa. Nas escolas particulares, a contratação dos palestrantes demandará recursos financeiros extras
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CRONOGRAMA
Escola Pública
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1º mês
Aula expositiva
Palestra
Palestra
Filme
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Escola Pública
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1º mês
Aula expositiva
Palestra
Palestra
Filme
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2º mês
Leitura e debate
Leitura e debate
Filme
Comentário do filme
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Leitura e debate
Leitura e debate
Filme
Comentário do filme
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3º mês
Palestra
Aula expositiva
Debate
Palestra e depoimentos
*
Palestra
Aula expositiva
Debate
Palestra e depoimentos
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4º mês
Aula expositiva
Aula expositiva
Produção de texto
Concurso de rap
Escola Particular
1ª semana
2ª semana
3ª semana
4ª semana
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1º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o antropólogo
Produção de texto
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2º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o geógrafo humano
Produção de texto
*
3º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o sociólogo
Produção de texto
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4º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o psicólogo
Produção de texto
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5º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Júri simulado
Produção de texto
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REFERÊNCIAS BIPLIOGRÁFICAS
BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália. São Paulo: Contexto, 1997.
______________. O Preconceito Lingüístico.São Paulo: Loyola, 1999.
GNERE, Maurício. Linguagem, Escrita e Poder. São Paulo: M. Fontes, 1994.
INFANTE, Ulisses. Curso de Gramática Aplicada aos Textos. São Paulo: Scipione, 2001.
LEAL, Maria Christina Diniz. Consciência C´ritica da Linguagem no Ensino de Português.
EAPE/UNB, 1997.
Aula expositiva
Aula expositiva
Produção de texto
Concurso de rap
Escola Particular
1ª semana
2ª semana
3ª semana
4ª semana
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1º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o antropólogo
Produção de texto
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2º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o geógrafo humano
Produção de texto
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3º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o sociólogo
Produção de texto
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4º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Palestra com o psicólogo
Produção de texto
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5º mês
Leitura e debate de textos
Leitura e debate de textos
Júri simulado
Produção de texto
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REFERÊNCIAS BIPLIOGRÁFICAS
BAGNO, Marcos. A Língua de Eulália. São Paulo: Contexto, 1997.
______________. O Preconceito Lingüístico.São Paulo: Loyola, 1999.
GNERE, Maurício. Linguagem, Escrita e Poder. São Paulo: M. Fontes, 1994.
INFANTE, Ulisses. Curso de Gramática Aplicada aos Textos. São Paulo: Scipione, 2001.
LEAL, Maria Christina Diniz. Consciência C´ritica da Linguagem no Ensino de Português.
EAPE/UNB, 1997.
Um comentário:
gostei muito do seu trabalho
continue assim
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